Notas Hidrometalurgia

2009 Agosto 4
por Franciolli Araújo

Como combinado, seguem as notas da disciplina Hidrometalurgia.

Aproveitem a formatura e enviem comentários sobre o que acharam da disciplina.

Atenciosamente,

Franciolli Araújo.

Curva de Calibração

2009 Junho 19
por Franciolli Araújo

Após determinar, por colorimetria, as quantidades de EDTA necessárias para provocar a mudança de coloração, é necessário plotar os dados no Excel.

Criada a tabela, crie a partir dos dados um gráfico de distribuição, como mostrado na figura abaixo. Quando o gráfico estiver pronto, clique com o botão direito do mouse sobre um dos pontos. A aba que se abrirá terá a opção “Adicionar Linha de Tendência”. 

Gráfico 1

Após clicar em ”Adicionar Linha de  Tendência, deverá aparecer uma janela contendo informações como mostradas na figura abaixo.

Gráfico 2

Em “Tipo de Tendência” marque “Linear” e logo abaixo marque “Exibir Equação no Gráfico”.

Com isso, o gráfico será exibido como acima, com uma equação, que valerá para todas as concentrações entre 0,10 g/l de Cu e 1 g/l de Cu a serem mensuradas no ensaio de recuperação de Cu por carvão ativado.

 

Aulas Práticas de Hidrometalurgia

2009 Junho 15
por Franciolli Araújo

De acordo com o exposto em sala de aula, os experimentos para recuperação de cobre a partir de solução com sulfato de cobre, seguirá o seguinte roteiro:

  1. A solução de sulfato de cobre será colocada em recipiente por tempo determinado com carvão ativado;
  2. Após o tempo determinado para cada grupo, a solução será filtrada e submetida a ensaio de determinação de teor por colorimetria:
    1. Os ensaios de colorimetria serão realizados utilizando-se Ácido Acético Glacial, Murexida, EDTA, Pipetas, Espátulas, Bureta, Beckeres, Balões Volumétricos, Água Destilada, Papel Filtro, Placa Aquecedora e Carvão Ativado.
    2. Criar a curva de calibração para soluções contendo 1 g/l; 0,75 g/l; 0,50 g/l; 0,25 g/l e 0,10 g/l de Cobre.
    3. Após deixar a solução em contato com o carvão ativado, filtrar e submeter o filtrado a análise colorimétrica:
      1. 1 ml da solução;
      2. 3 gotas de ácido acético glacial;
      3. 1 pitada de murexida;
      4. Levar a placa aquecedora até que o líquido comece a evaporar;
      5. Levar a Bureta para adição do EDTA;
      6. Medir o volume de EDTA utilizado para mudar a cor da solução para roxo;
      7. Anotar o volume e substituir na fórmula gerada a partir da curva de calibração.

Após terminados os ensaios proceder à confecção do relatório dos ensaios.

Os grupos deverão comparecer ao laboratório em horários previamente agendados, e devem obedecer as normas internas para utilização do laboratório, que incluem:

  • Obrigatoriedade do uso de bata;
  • Obrigatoriedade do uso de calçados fechados.

Não será permitida a permanência de alunos no recinto sem a utilização desses equipamentos.

Curso de Amostragem em Tecnologia Mineral – Lista de Aprovados

2009 Junho 2
por Franciolli Araújo

O Curso de Amostragem em Tecnologia Mineral, realizado em Curais Novos entre os dias 12 e 27 de maio de 2009, numa iniciativa do projeto de implantação do Centro Tecnológico da Mineração contou com a participação de 12 estudantes, onde 10 conseguiram aprovação. A lista dos aprovados segue abaixo:

  1. Allyson Medeiros Nicolau
  2. Almir Soares Bezerra
  3. Ary Lindemberg Oliveira Sabino
  4. Ed Carlos Silva Cortez
  5. Érica Luana Dantas de Araújo Cortez Leopoldo
  6. Jainny Kelly da Costa
  7. Jorge Luiz Santos
  8. Josiclênia Alves dos Santos Dantas
  9. Odília Maires Medeiros de Lima
  10. Tarciana Albino de Oliveira

As apresentações do curso já estão todas disponibilizadas para download e podem ser baixadas nos links abaixo:

Em breve trarei mais novidades sobre os certificados.

Lista de Exercícios – Curso de Amostragem em Tecnologia Mineral

2009 Maio 22

A lista de exercícios para a turma de Amostragem em Tecnologia Mineral do IFRN Campus Currais Novos, ja está disponível para download aqui no formato .doc.

Os exercícios podem ser entregues impressos ou manuscritos, mas devem apresentar todo o memorial de cálculos, impreterivelmente no dia 27 de maio, dia da avaliação final do curso.

O mesmo está sendo liberado antes da data prevista para que tenham mais tempo para resolvê-lo.

Material do Curso de Amostragem em Tecnologia Mineral

2009 Maio 21
por Franciolli Araújo

Já está disponível para download as apresentações do Curso de Amostragem em Tecnologia Mineral, que está sendo ministrado no IFRN Campus Currais Novos.

Em breve estará disponível também o conteúdo da Semana 3, bem como uma lista de exercícios que deverá ser entregue no dia 27 de maio, dia da avaliação final do curso.

Curso de Amostragem em Tecnologia Mineral

2009 Maio 20
por Franciolli Araújo

Entre os dias 12 e 27 de maio de 2009, está sendo realizado o Curso de Amostragem em Tecnologia Mineral no IFRN Campus Currais Novos.

O curso está sendo desenvolvido dentro da programação da implantação do Centro Tecnológico da Mineração, que está inserido no no projeto Fortalecimento da Estrutura de Apoio à Pesquisa para o Arranjo Produtivo Mineral, uma parceira da FAPERN, IFRN e FINEP.

O curso é gratuito e tem duração de 24 horas, distribuídos em três semanas de terça a quinta-feira, das 19 às 22 horas. Foram disponibilizadas 25 vagas para o curso e o pré-requisito para a matrícula era ter o ensino médio completo.

O programa do curso contempla:

  • Amostragem
    • Conceitos de Amostragem;
    • Erro de Amostragem;
    • Elaboração do Plano de Amostragem;
    • Determinação da Massa Mínima da Amostra;
    • Técnicas de Amostragem;
    • Amostradores.

Determinação de Umidade

2009 Abril 23
por Franciolli Araújo

A umidade pode ser definida como sendo a razão entre a quantidade de um material possui e a sua massa seca.

Algumas áreas adotam a umidade como sendo a razão entre a quantidade de água do material e a massa úmida do material, mas em Tratamento de Minérios, a primeira abordagem é a utilizada.

A equação abaixo é utilizada para determinar a umidade:

% U = [mu - ms]/ms

Onde:
% U = percentual de umidade;
mu = massa úmida;
ms = massa seca.

Procedimentos:

  1. Tarar a bandeja de sacagem, que deve ter superfície lisa e livre de contaminação;
  2. Colocar o material amostrado na bandeja de secagem, certificando-se que ela seja capaz de acomodar a quantidade especificada para uma porção de ensaio em uma camada não superior a 31,5 mm;
  3. Pesar o material na bandeja;
  4. Anotar o valor da massa como sendo a massa úmida (mu);
  5. Secar o material em estufa segundo Procedimento de Secagem;
  6. Retirar o material da estufa¹;
  7. Pesar o material, descontando o valor da tara da bandeja, obtendo assim a massa seca (ms);
  8. Aplicar os valores na equação acima para determinação da umidade.

¹Após ser retirado da estufa, o material deve ser pesado o mais rápido possível para evitar reabsorção de umidade.

Secagem

2009 Abril 23
por Franciolli Araújo

A secagem tem a função de remover a umidade do material, sem que haja modificações em suas características físicas e químicas. Os materiais devem estar secos para que os resultados na preparação física e na análise química sejam mais precisos.

Procedimentos:

  1. Inspecionar, ligar e regular a temperatura da estufa de acordo com o plano de trabalho;
  2. Utilizar o plano de trabalho e verificar a relação de amostras a serem secas;
  3. Transferir as amostras para as bandejas devidamente identificadas e com peso da tara atualizado;
  4. Colocar as amostras de forma organizada na estufa;
  5. Após 8 horas retirar as amostras da estufa;
  6. Pesar amostras secas e registrar a massa em planilha;
  7. Organizar amostras secas conforme plano de trabalho para a próxima etapa.

Pesagem

2009 Abril 23
por Franciolli Araújo

A pesagem objetiva medir a massa de uma amostra para determinação, dentre outros parâmetros, da umidade e avaliação da massa requerida para determinados ensaios.

Procedimento

  1. Observar a voltagem e ligar a balança;
  2. Verificar o nivelamento da balança;
  3. Fazer a tara da bandeja na balança;
  4. Transferir a amostra para a bandeja;
  5. Efetuar a pesagem;
  6. Registrar a massa no sistema.